quarta-feira, 29 de agosto de 2007

A história de uma mãe que perdeu um filho

Sally pulou da cadeira quando viu o cirurgião chegar.


- "Como está meu filho? Ele vai ficar bem?"


O cirurgião disse: "Sinto muito, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.


Sally disse: - "Por que as crianças tem câncer? Será que Deus não se preocupa com elas?"


Deus, onde estava quando meu filho precisou?


O cirurgião disse: "Uma das enfermeiras sairá para te deixar uns minutos com o corpo de seu filho antes que levem para a Universidade.


Sally Pediu a enfermeira que a acompanhasse enquanto se despedia de seu filho.


Passou a mão no seu cabelo, a enfermeira perguntou se ela queria guardar alguns fios de seu cabelo.


Sally aceitou..., a enfermeira cortou uma mecha e colocou em uma bolsinha de plástico e deu a Sally.


Sally disse: "Foi ideia de Jimmy doar seu corpo à Universidade para ser estudado. Disse que poderia ser útil a alguém. Era o que ele desejava.


Eu a princípio me neguei,mas ele me disse: "Mamãe, eu não o usarei depois que morrer, e talvez ajude uma criança a desfrutar de um dia mais ao Lado de sua mãe.


Meu Jimmy tinha um coração de ouro, sempre pensava nos outros e desejava ajudá-los como pudesse.


- Sally saiu do Hospital Infantil pela última vez, depois de ter permanecido por lá nos últimos seis meses. Colocou a bolsa com os pertences de Jimmy no acento do carro, junto à ela. Foi difícil dirigir de volta pra casa, e mais difícil ainda, entrar na casa vazia.


Levou a bolsa ao quarto de Jimmy e colocou os carrinhos de miniatura e todas suas demais coisas como ele gostava. Sentou na cama de Jimmy e chorou até dormir, abraçando o pequeno travesseiro dele. Acordou cerca de meia-noite,junto a ela, havia uma folha de papel dobrada.


Abriu a carta que dizia:


"Querida mamãe, sei que você deve sentir minha falta, mas não pense que eu te esqueci ou que deixei de te amar só porque não estou aí para dizer "TE AMO".


Pensarei em você a cada dia mamãe e cada dia te amarei ainda mais. Algum dia voltaremos a nos ver. Se você quiser adotar um menino para que não fiques tão sozinha, ele poderá ficar no meu quarto e brincar com todas as minhas coisas. Se quiser uma menina, provavelmente ela não gostará das mesmas coisas que os meninos e terá que comprar bonecas, e coisas de meninas.


Não fique triste quando pensar em mim, estou num lugar grandioso.


Meus avós vieram me receber quando cheguei, me mostraram um pouco daqui, mas levarei muito tempo para ver tudo. Os anjos são muito amigos e me encanta vê-los voar. Jesus não se parece com as imagens que vi dele, mas soube que era ele assim que o vi. Jesus me levou para ver Deus!!


- E, acredite, mamãe!


- Eu me sentei no colo dele e falei com ele como se eu fosse alguém importante. Eu disse à Deus que queria te escrever uma carta, para me despedir e etc, mesmo sabendo que não era permitido.


Deus me deu papel e sua caneta pessoal para escrever esta carta. Acho que se chama Gabriel o anjo que a deixará cair para você. Deus me disse para responder o que você perguntou: "Onde estava ele quando eu precisei?


- "Deus disse: "No mesmo lugar de quando Jesus estava na cruz. Estava justo aí, como Deus sempre está com todos os seus filhos."


Esta noite estarei na mesa com Jesus para o jantar. Sei que a comida será fabulosa. Ah! quase esqueci de dizer... Não sinto mais nenhuma dor, o câncer foi embora.


Estou feliz porque eu já não conseguía mais suportar tanta dor e Deus não podia me ver sofrendo daquela maneira, aí enviou o Anjo da Misericórdia para me levar.


O Anjo me disse que eu era uma entrega especial !!! "


Assinado com amor:


Deus, Jesus e eu.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Caixinha de surpresa

Há certo tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.


O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.


Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse: "Isto é pra você, paizinho!". Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reacção, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.


Gritou, dizendo: "Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?" A pequena menina olhou para cima com lágrima nos olhos e disse: "Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, Papai." O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.


Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ela tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.


De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos......


Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

O meu nome

Quando era mais nova tinha vergonha do meu ultimo nome cujo não pronuncio pois acredito que seja mais seguro assim...
Tinha vergonha e dizia sempre que quando fizesse 18anos iria mudar o meu último nome e deixava meu pai triste, mas era insuportável de ouvir os gozos dos meus colegas mas agora percebo que a infância é mesmo assim. Voltando a minha história... Tinha eu os meus 13 anos quando estava encostada a falar com uma colega quando oiço o meu prof de educação física a chamar velha a uma rapariga que estava a correr. Cada vez que a rapariga passava por ele lá ia ele: "oh Velha! Corre mais depressa!"
Epa aquilo intrigava me! Lá ganhei coragem de chegar ao pé do meu professor e perguntei porque andava a lhe chamar velha a rapariga já que ela não teria mais do que 12 anos! Não é que o último nome da pobre rapariga não era Velha?!? Epa tive pena, e neste momento passa a rapariga envergonhada e lá foi o meu prof: "OH Velha!! hehe"
Neste momento percebi que o meu nome bem podia ser pior e desde ai nunca mais pensei em mudar e ainda hoje vejo cada nomes no cartão de multibanco que me fazem agradecer ainda mais por ter o nome que tenho...
Moral da história: há sempre alguém mais lixado do que tu! Considera te feliz!!

Uma história sobre o verdadeiro amor...

Professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento. Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.

O mestre disse que respeitava sua opinião mas lhes contou a seguinte história:

Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarte. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.

Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.

Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.

Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:

— Meus filhos, foram 55 bons anos...

Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.

Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:

— Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal, e perdoamos nossos erros...

Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que?

Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso.

Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim...

Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: 'Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.

E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.

Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam. O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, dia-a-dia e por todos os dias. O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.

Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe...



Meu amor isso é dedicado a ti, que está história nos identifique...