> CHOCOLATE QUENTE
> Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras,
> decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.
> Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o
> imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho.
> O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se
> gostariam de tomar uma chávena de chocolate quente. Todos se mostraram
> interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou
> vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade
> de chávenas, todas diferentes – de fina porcelana e de rústico barro,
> de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras
> caríssimas. Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade. Quando
> já todos tinham uma chávena de chocolate quente na mão, disse-lhes:
> – Reparem como todos procuraram escolher as chávenas mais bonitas e
> dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas... Embora seja
> normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos
> vossos problemas e stress. A chávena por onde estais a beber não
> acrescenta nada à qualidade do chocolate quente. Na maioria dos casos
> é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que
> estais a beber. O que vós realmente queríeis era o chocolate quente,
> não a chávena; mas fostes conscientemente para as chávenas melhores...
> Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do
> professor, este continuou:
> – Considerai agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; o dinheiro
> e a posição social são as chávenas. Estas são apenas meios de conter e
> servir a vida.
> A chávena que cada um possui não define nem altera a qualidade da
> vossa vida. Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na chávena acabamos
> por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu.
> As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem
> aproveitar ao máximo tudo o que têm.
> Vivei com simplicidade.
> Amai generosamente.
> Ajudai-vos uns aos outros com empenho.
> Falai com gentileza…
> … e apreciai o vosso chocolate quente.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
a rapariga feliz
Era uma vez uma rapariga que não sofria...
Não se importava, e nem queria...
Sempre teve tudo que desejava…
E quando não conseguía...logo esquecia…
Sempre foi feliz, e não tinha do que reclamar…
Era alegre e adorava fazer os outros felizes…
Até que um dia, a vida lhe tirou alguém importante…
Por causa disso mudou completamente….
Ela só sofria...
Queria sorrir...mas não conseguía….
Por muito tempo ficou assim…
Mas percebeu que deveria dar a volta por cima….
E assim foi...
Voltou a ser aquela rapariga…
Não tão feliz,
Pois no seu coração ainda havia uma grande cicatriz…
Mas isso ajudou-a aprender,
A ser mais forte e compreender,
Ela amadureceu extremamente,
Tornou-se alguém ainda mais surpreendente.
Estava perto de muitas pessoas queridas…
E isso ajudava-a cada vez mais a curar suas antigas feridas.
Conheceu alguém…
Depois de um tempo começou a envolver-se demais.
Quando foi a ver...já não tinha como voltar atrás…
Estava apaixonada!
Sentia-se uma rapariga realizada.
Mas percebeu que havia algo de errado nesse amor…
Como pode uma relação causar tanta dor?
Insistiu, persistiu e resistiu...mas não o suficiente,
Pois o seu coração já não estava tão resistente.
Ela que se achava forte,
Percebeu que ela sempre teve foi sorte…
De nunca ter encontrado um amor tão complicado,
E ao mesmo tempo tão encantado.
Essa rapariga ainda não teve um final feliz…
Mas de certeza é uma grande aprendiz…
Pois ela caiu...e levantou-se…
O seu coração foi ferido...e ela curou-o.
Passou grandes dificuldades...e superou-as.
Essa rapariga pode não ter o final que deseja,
Mas viveu da maneira mais intensa!
E se vos disser que essa rapariga sou eu?
ps-tirei de um blog de netlog. identifiquei m imenso com o texto...
Não se importava, e nem queria...
Sempre teve tudo que desejava…
E quando não conseguía...logo esquecia…
Sempre foi feliz, e não tinha do que reclamar…
Era alegre e adorava fazer os outros felizes…
Até que um dia, a vida lhe tirou alguém importante…
Por causa disso mudou completamente….
Ela só sofria...
Queria sorrir...mas não conseguía….
Por muito tempo ficou assim…
Mas percebeu que deveria dar a volta por cima….
E assim foi...
Voltou a ser aquela rapariga…
Não tão feliz,
Pois no seu coração ainda havia uma grande cicatriz…
Mas isso ajudou-a aprender,
A ser mais forte e compreender,
Ela amadureceu extremamente,
Tornou-se alguém ainda mais surpreendente.
Estava perto de muitas pessoas queridas…
E isso ajudava-a cada vez mais a curar suas antigas feridas.
Conheceu alguém…
Depois de um tempo começou a envolver-se demais.
Quando foi a ver...já não tinha como voltar atrás…
Estava apaixonada!
Sentia-se uma rapariga realizada.
Mas percebeu que havia algo de errado nesse amor…
Como pode uma relação causar tanta dor?
Insistiu, persistiu e resistiu...mas não o suficiente,
Pois o seu coração já não estava tão resistente.
Ela que se achava forte,
Percebeu que ela sempre teve foi sorte…
De nunca ter encontrado um amor tão complicado,
E ao mesmo tempo tão encantado.
Essa rapariga ainda não teve um final feliz…
Mas de certeza é uma grande aprendiz…
Pois ela caiu...e levantou-se…
O seu coração foi ferido...e ela curou-o.
Passou grandes dificuldades...e superou-as.
Essa rapariga pode não ter o final que deseja,
Mas viveu da maneira mais intensa!
E se vos disser que essa rapariga sou eu?
ps-tirei de um blog de netlog. identifiquei m imenso com o texto...
sábado, 3 de janeiro de 2009
Ajudar o próximo
Certo fazendeiro, vendo a necessidade e carência de sua comunidade, pensou em fazer algo que amenizasse o sofrimento dos desfavorecidos, mas ao mesmo tempo viu que era impossível fazer tudo sozinho. Então ele resolveu reunir os fazendeiros vizinhos para expressar-lhes o desejo do seu coração, pois realmente seria difícil para uma só pessoa ajudar a tantos carentes. Assim, ao meditar na proposta do fazendeiro, os outros se propuseram a fazer o seguinte:
cada manhã, quando fossem tirar o leite, separariam um litro e o colocariam num tonel que estaria em um lugar de livre acesso a todos. No final do dia, ele pegaria o tonel e distribuiria o leite na comunidade carente. A aprovação foi geral e todos foram para suas casas com o propósito de iniciarem o planeado.
No dia seguinte, o fazendeiro colocou o tonel no lugar combinado e foi cuidar de seus afazeres. Ao findar do dia, para sua grande surpresa, verificou que o tonel, ao invés de leite, estava cheio de água. Ficou sumamente perplexo e nada compreendeu. Bateu o sino e reuniu todos os fazendeiros para descobrir o que havia ocorrido, pois esperava encontrar leite e não água. Ao perguntar aos fazendeiros, alguém levantou a mão e confessou que realmente ele tinha errado, porque ele sabia, que cada pessoa colocaria um litro de leite e logo não faria diferença se ele colocasse um litro de água no lugar do leite.
Mas, todos pensaram a mesma coisa. Cada um esperava que o outro fosse cumprir a sua parte e ao final, todos, pensando nisso, colocaram água em vez de leite.
Ou seja... É o que todos nos fazemos... pensamos sempre que os outros fazem por nos
cada manhã, quando fossem tirar o leite, separariam um litro e o colocariam num tonel que estaria em um lugar de livre acesso a todos. No final do dia, ele pegaria o tonel e distribuiria o leite na comunidade carente. A aprovação foi geral e todos foram para suas casas com o propósito de iniciarem o planeado.
No dia seguinte, o fazendeiro colocou o tonel no lugar combinado e foi cuidar de seus afazeres. Ao findar do dia, para sua grande surpresa, verificou que o tonel, ao invés de leite, estava cheio de água. Ficou sumamente perplexo e nada compreendeu. Bateu o sino e reuniu todos os fazendeiros para descobrir o que havia ocorrido, pois esperava encontrar leite e não água. Ao perguntar aos fazendeiros, alguém levantou a mão e confessou que realmente ele tinha errado, porque ele sabia, que cada pessoa colocaria um litro de leite e logo não faria diferença se ele colocasse um litro de água no lugar do leite.
Mas, todos pensaram a mesma coisa. Cada um esperava que o outro fosse cumprir a sua parte e ao final, todos, pensando nisso, colocaram água em vez de leite.
Ou seja... É o que todos nos fazemos... pensamos sempre que os outros fazem por nos
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